
O Brasil iniciou 2026 consolidando sua posição como uma das maiores potências agrícolas do mundo, com destaque para a liderança global na produção e exportação de soja, milho, carne bovina e de frango, além de outros produtos estratégicos do agronegócio. O setor continua sendo fundamental para a balança comercial brasileira, sustentando superávits robustos mesmo em um cenário internacional volátil.
Segundo análise publicada pelo jornal francês Le Monde, o Brasil se fortaleceu como “o país que alimenta o mundo”, desempenhando papel central no abastecimento global, especialmente em países da Ásia e da Europa. O desempenho se deve a ganhos de produtividade, expansão de mercados e investimento em tecnologia de produção e logística.
Em 2025, o agronegócio respondeu por mais de 48% das exportações brasileiras, movimentando bilhões de dólares e garantindo estabilidade cambial ao país. Além disso, a competitividade do setor ajudou a conter pressões inflacionárias internas, assegurando uma oferta ampla de alimentos no mercado doméstico.
“O agronegócio brasileiro é um dos grandes motores da economia nacional. Somos referência em inovação e eficiência produtiva, com protagonismo crescente nas discussões globais sobre segurança alimentar”, afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
A atuação internacional do Brasil também se fortaleceu em fóruns multilaterais, especialmente com a reaproximação de parceiros estratégicos por meio de acordos como o Mercosul-União Europeia, que pode ampliar ainda mais o acesso dos produtos brasileiros aos mercados europeus.
Apesar dos avanços, especialistas alertam para os desafios de sustentabilidade e regulação ambiental, que continuam no centro das negociações comerciais e da imagem do país no exterior.
FONTE: lemonde.fr