Balança comercial abre 2026 com forte superávit em janeiro impulsionado por queda das importações

Economia2 hours ago

A **balança comercial brasileira registrou um superávit de **US$ 4,34 bilhões em janeiro de 2026, divulgou nesta quinta-feira (5) a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa um avanço de 85,8% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o saldo positivo foi de cerca de US$ 2,3 bilhões.

O desempenho positivo ocorreu mesmo com queda tanto das exportações quanto das importações em termos anuais: as exportações totalizaram cerca de US$ 25,15 bilhões, com retração de cerca de 1% ante janeiro de 2025, enquanto as importações caíram aproximadamente 9,8%, para cerca de US$ 20,8 bilhões.

Analistas destacam que o saldo comercial ampliado foi resultado sobretudo da diminuição das compras de produtos do exterior, um sinal de desaceleração da demanda interna, em que setores como bens intermediários e combustíveis registraram queda mais acentuada nas importações do que nas exportações.

Além disso, o agronegócio brasileiro foi o único setor a apresentar crescimento nas exportações no início do ano, com alta de cerca de 2,1% em embarques de produtos como soja e milho, compensando parcialmente as quedas nos setores industrial e extrativo.

Os dados também mostram mudanças no perfil do comércio exterior brasileiro: enquanto as exportações para os Estados Unidos caíram significativamente em janeiro, as vendas ao principal parceiro comercial, a China, registraram crescimento de cerca de 17,4%, contribuindo para o resultado positivo.

Segundo projeções oficiais, o superávit comercial do Brasil para 2026 deve se manter robusto, com estimativas que apontam para um saldo anual entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões, acima dos níveis observados em 2025.

O resultado reforça a importância da balança comercial como componente central da economia brasileira, atuando para fortalecer as reservas externas e mitigar desequilíbrios na conta corrente, em um momento em que o cenário global apresenta incertezas e pressões comerciais.

FONTE: A **balança comercial brasileira registrou um superávit de **US$ 4,34 bilhões em janeiro de 2026, divulgou nesta quinta-feira (5) a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa um avanço de 85,8% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o saldo positivo foi de cerca de US$ 2,3 bilhões.

O desempenho positivo ocorreu mesmo com queda tanto das exportações quanto das importações em termos anuais: as exportações totalizaram cerca de US$ 25,15 bilhões, com retração de cerca de 1% ante janeiro de 2025, enquanto as importações caíram aproximadamente 9,8%, para cerca de US$ 20,8 bilhões.

Analistas destacam que o saldo comercial ampliado foi resultado sobretudo da diminuição das compras de produtos do exterior, um sinal de desaceleração da demanda interna, em que setores como bens intermediários e combustíveis registraram queda mais acentuada nas importações do que nas exportações.

Além disso, o agronegócio brasileiro foi o único setor a apresentar crescimento nas exportações no início do ano, com alta de cerca de 2,1% em embarques de produtos como soja e milho, compensando parcialmente as quedas nos setores industrial e extrativo.

Os dados também mostram mudanças no perfil do comércio exterior brasileiro: enquanto as exportações para os Estados Unidos caíram significativamente em janeiro, as vendas ao principal parceiro comercial, a China, registraram crescimento de cerca de 17,4%, contribuindo para o resultado positivo.

Segundo projeções oficiais, o superávit comercial do Brasil para 2026 deve se manter robusto, com estimativas que apontam para um saldo anual entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões, acima dos níveis observados em 2025.

O resultado reforça a importância da balança comercial como componente central da economia brasileira, atuando para fortalecer as reservas externas e mitigar desequilíbrios na conta corrente, em um momento em que o cenário global apresenta incertezas e pressões comerciais.

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