
O Ministério da Educação (MEC) reforçou, nesta semana, a divulgação do edital que seleciona e reconhece experiências exitosas em educação integral e em tempo integral desenvolvidas por redes públicas de ensino em todo o Brasil. A iniciativa busca mapear, valorizar e dar visibilidade a práticas pedagógicas que ampliam a jornada escolar e promovem o desenvolvimento integral dos estudantes.
O edital é voltado a escolas e redes públicas municipais, estaduais e distritais que desenvolvem projetos alinhados aos princípios da educação integral, considerando dimensões acadêmicas, culturais, sociais e socioemocionais. As experiências selecionadas poderão compor um repositório nacional de boas práticas, servindo de referência para outras redes de ensino.
Segundo o MEC, o objetivo é estimular a troca de experiências e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à ampliação do tempo de permanência dos alunos na escola, com qualidade pedagógica. A pasta destaca que a educação integral vai além do aumento da carga horária, envolvendo a diversificação de atividades, integração com a comunidade e uso de metodologias inovadoras.
As iniciativas inscritas serão analisadas com base em critérios como impacto educacional, inovação, equidade, sustentabilidade e participação da comunidade escolar. As experiências selecionadas poderão ser divulgadas em eventos, publicações e ações formativas promovidas pelo Ministério.
O reforço do edital ocorre em um contexto de expansão da política nacional de educação integral, considerada estratégica para enfrentar desigualdades educacionais e melhorar indicadores de aprendizagem, especialmente em territórios mais vulneráveis. Especialistas apontam que modelos bem estruturados de tempo integral contribuem para a permanência dos estudantes na escola e para a redução da evasão.
Com a iniciativa, o MEC busca consolidar uma rede colaborativa de práticas educacionais, fortalecendo a educação integral como eixo central das políticas públicas educacionais e incentivando redes de ensino a investir em propostas pedagógicas mais amplas e inclusivas.
FONTE: gov.br