Paraná projeta expansão de escolas em tempo integral e reforça parcerias para construção de novas unidades

Educação4 days ago

Em meio aos avanços na cobertura da rede estadual de ensino, o governo do Paraná tem intensificado os debates sobre a ampliação das escolas em tempo integral e a construção de novas unidades educacionais em parceria com o setor privado. A proposta visa atender ao crescimento da demanda por vagas e ao fortalecimento de um modelo pedagógico mais abrangente e eficaz.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR), o modelo de tempo integral vem se consolidando como uma das principais estratégias para melhorar o desempenho dos estudantes, reduzir a evasão escolar e ampliar oportunidades formativas, especialmente em regiões com maior vulnerabilidade social.

Atualmente, o estado conta com centenas de escolas funcionando em tempo integral, com carga horária estendida e currículo enriquecido por disciplinas de inovação, empreendedorismo, tecnologia e formação cidadã. A meta, segundo o governo, é expandir esse formato para todas as regiões do Paraná até 2027.

Além disso, o Estado estuda modelos de parcerias público-privadas (PPPs) para viabilizar a construção de novas escolas e centros educacionais. Essa alternativa está sendo analisada como forma de acelerar o processo de expansão sem comprometer o orçamento público, mantendo padrões de qualidade e infraestrutura moderna.

Especialistas apontam que, além de ampliar o acesso, essas iniciativas podem qualificar ainda mais a oferta educacional ao integrar tecnologia, metodologias ativas de ensino e atendimento integral ao estudante.

O debate ganhou força nas últimas semanas com a apresentação de estudos técnicos e projetos-piloto em cidades como Maringá, Cascavel e Londrina, onde há forte demanda por novas unidades educacionais.

Com um dos maiores orçamentos da área entre os estados brasileiros, o Paraná busca consolidar uma política de educação pública inovadora e inclusiva, alinhada às necessidades contemporâneas de formação e desenvolvimento humano.

FONTE: gazetadopovo.com

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